DICA: Workshop Carlos Ebert, ABC

Aí pessoal segue os novos workshops do mestre Carlos Ebert no rio e em São Paulo.


 

WORKSHOP COM CARLOS EBERT no RIO DE JANEIRO
OLHAR, VER, GRAVAR – WORKSHOP CARLOS EBERT, ABC
27 e 28 de novembro
RESERVA/CONTATO
VIVIANE RANGEL
TEL: 21- 99308-9595 (WHATSAPP)
EMAIL: CENTROCINEMATOGRAFICO@GMAIL.COM
Local: SENAI Laranjeiras
Viviane Werkahuser Rangel


 

Workshop em janeiro de 2016, O SET E OS SET-UPS NA CINEMATOGRAFIA DIGITAL, com CARLOS EBERT
Estúdios QUANTA – São Paulo

 

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Luis Abramo Campos – Diretor de Fotografia

Luis Abramo Campos forma-se em Designer pelo Curso de Desenho Industrial da Escola de Belas Artes da UFRJ. Inicia sua carreira no cinema como assistente de Mário Carneiro no filme O Mágico e o Delegado, em 1983. Assistente em produções internacionais como Luar Sobre Parador (Moon Over Parador) (1988), de Paul Mazursky e Orquídea Selvagem (Wild Orchid), (1990), direção de Zalman King. Na televisão, faz a fotografia da série Mulher, pela TV Globo, em 1997. Em 1998 dirige seu primeiro e único filme, o curta Orgasmo Total, a partir do qual dedica-se totalmente à fotografia. Seu primeiro longa como fotógrafo é O Trapalhão e a Luz Azul, em parceria com Nonato Estrela e Cezar Moraes. Assina a fotografia de diversos documentários de diretores como Lucélia Santos em Timor Lorosae (2001), Ronaldo Duque em Araguaya – A Conspiração do Silêncio (2004), José Jofilly em Vocação do Poder (2005) ,etc, assim como outros não menos importantes de ficção como Querido Estranho (2002), de Ricardo Pinto e Silva, Cascalho (2004), de Tuna Espinheira, Proibido Proibir (2007), de Jorge Durán, entre outros. Trabalha também como diretor de fotografia de cinema publicitário. Sobre o cinema atual, Abramo declara o cinema está, cada vez mais, induzindo a leitura para fora do quadro. O desafio da ficção passa por aí: tentar mostrar aquele momento que não foi filmado, a palavra que não foi dita. Na fotografia, essa preocupação se expressa por meio do desfoque do assunto principal, de quadros mais escuros, de personagens localizados nos cantos da tela, entre outras técnicas. Essa experimentação é sobretudo possível (e ganha força) no formato curta-metragem. Considerado um dos mais conceituados fotógrafos do cinema brasileiro da nova geração pós-retomada.

Filmografia: 1998- Orgasmo Total (CM) (dir.); 1999- O Trapalhão e a Luz Azul (cofot.. Nonato Estrela e Cezar Moraes); 2000- Maria Bethânia (França); Sar- gento Garcia (CM); Secos & Molhados (MM) (cofot.. Lucas Gontijo); 2001- O Homem da Lagoa Santa; Todos os Dias São Iguais (CM); O Chamado de Deus; Timor Lorosae – O Massacre que o Mundo não Viu; 2002- Como se Morre no Cinema (CM); Querido Estranho; Isaura (CM); Mundo Cão (CM); 2003- A Luz do Silêncio; Achados e Perdidos (CM); Remédios do Amor (CM); 2004- A Idade do Homem (CM); Araguaya – A Conspiração do Silêncio (cofot.. Jacques Cheui- che); Vida de Palhaço (CM); O Quinze; Santa Liberdade (Espanha/Portugal/ Ve- nezuela); Cascalho; 2005- O Segredo dos Golfinhos; Vocação do Poder (cofot.. Ricardo Stein e Guy Gonçalves); Vinho de Rosas; Degraus (CM); 2006- A Chuva nos Telhados Antigos (CM); Nenhum Motivo Explica a Guerra; Sumidouro (co- fot.. Fabian Silbert Boal); 2007- O Homem da Cabeça de Papelão (CM); Proibi- do Proibir; 5 Frações de uma quase História (cofot.. Juarez Pavelak); Devoção; 2008- Escola Eldorado (CM); Os Filmes que não Fiz (CM); Palavra (En) Cantada; Fronteira; Pra Ficar de Boa; 2010- Serra Pelada.

NOTA: INFORMAÇÕES ACIMA EXTRAÍDAS DO LIVRO  – (Dicionário de fotógrafos do cinema Brasileiro de Antônio Leão da Silva Neto – Coleção Aplausos Especial – Editora Imprensa Oficial).


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BENJAMIN ABRAHÃO – Diretor de Fotografia

Benjamin Abrahão Botto nasceu em Zahlé, Líbano, em 1890.

Fotógrafo sírio-libanês-brasileiro, responsável pelo registro iconográfico e de seu líder, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, chega ao Brasil em 1915, fugindo da 1a Guerra Mundial. Passa a comercializar tecidos e miudezas em lombos de burros. Como secretário de Padre Cícero, conhece Lampião em 1926. Após a morte do padre em 1934, recebe autorização para acompanhar e filmar o bando, na caatinga, com equipamentos emprestados por Ademar Bezerra de Albuquerque, da Abafilm. Morre assassinado com 42 facadas em 10 de maio de 1938, em Serra Talhada, PE, aos 48 anos de idade. Todo o material filmado foi apreendido pelo Governo Vargas e depositado no Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), sendo redescoberto somente nos anos 1950, com boa parte já deteriorada. Sua vida foi levada às telas em 1997 no filme Baile Perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, com Duda Mamberti no papel de Benjamin.

Filmografia: 1936- Lampião, o Rei do Cangaço.

NOTA: INFORMAÇÕES ACIMA EXTRAÍDAS DO LIVRO  – (Dicionário de fotógrafos do cinema Brasileiro de Antônio Leão da Silva Neto – Coleção Aplausos Especial – Editora Imprensa Oficial).


Lampião, o Rei do Cangaço (Benjamin Abrahão, 1936-1937)


Imagens realizadas por Benjamin Abrahão entre 1936 e 1937, com o apoio de Adhemar Bezerra de Albuquerque. Editado inicialmente em 1937, o filme gerou grande expectativa nacional e internacional, mas foi apreendido pelo órgão de censura do governo de Getúlio Vargas e ficou esquecido nos porões da ditadura.

Em 1955, parte dele foi recuperada por Alexandre Wulfes e reeditada por Al Ghiu, que incluiu uma narração e lançou o filme “Lampeão (o rei do cangaço)”, com dez minutos de duração, exibido nos cinemas com grande sucesso. Em 2007, a Cinemateca Brasileira, com patrocínio da Petrobras, restaurou fotoquimicamente a versão reeditada por Al Ghiu.

Esta edição, feita especialmente para o livro Iconografia do Cangaço, da editora Terceiro Nome, é uma remontagem de Ricardo Albuquerque realizada a partir do material restaurado em 2007 pela Cinemateca Brasileira, acrescido de quatro minutos de imagens inéditas.


 

Benjamin Abrahão Botto (Zahlé, Líbano, c. 1890Serra Talhada, 10 de maio de 1938) foi um fotógrafosírio-libanês-brasileiro, responsável pelo registro iconográfico do cangaço e de seu líder, Virgulino Ferreira da Silva – o Lampião. Abrahão morreu assassinado durante o Estado Novo.

Biografia

Embora publicado em jornais, o pouco que se sabe da vida de Benjamim Abraão vem de fontes mescladas entre a mídia historiográfica e os meios de subsistência do ambiente nordestino, fatos que não se encaixam com a realidade profissional de um secretário, bem como de expert operador de equipamentos de filmagem, muito avançados para a época.

A fim de fugir à convocação obrigatória pelo Império Otomano de lutar durante a Primeira Guerra Mundial, migrou para o Brasil em 1915.[1]

Foi comerciante (mascate) de tecidos e miudezas, além de produtos típicos nordestinos, primeiro em Recife, depois para Juazeiro do Norte, com dois burros (Assanhado e Buril) e um cavalo (de nome Sultão), atraído pela grande frequência de romeiros[2]

Abrahão foi secretário do Padre Cícero, e conheceu o cangaceiro Lampião em 1926, quando este foi até Juazeiro do Norte a fim de receber a bênção do célebre vigário e a patente de capitão, para auxiliar na perseguição da Coluna Prestes,[3] uma vez que não se encontrou com Lampião em 1924, quando de outra de sua visita à cidade, apesar de lá se encontrar.[4] A nomeação fora feita, a mando do padre, pelo funcionário federal Pedro de Albuquerque Uchoa, segundo uma autorização dada ao deputado Floro Bartolomeu pelo próprio presidente Artur Bernardes – ordem que em nada adiantou, pois não foi respeitada nos demais estados, resultando que Lampião e seu bando jamais efetuaram perseguição a Prestes.[5] Em 1929 Abrahão fotografou o líder cangaceiro ao lado do padre[6]

Após a morte de Padre Cícero, Abrahão solicitou e obteve do “Rei do Cangaço” a permissão para acompanhar o bando na caatinga e realizar as imagens que o imortalizaram. Para tanto teve a parceria do cearense Ademar Bezerra de Albuquerque, dono da ABAFILM que, além de emprestar os equipamentos, ensinou o fotógrafo seu uso. Por ao menos duas ocasiões esteve junto ao bando de Lampião, realizando seu mister.[3]

Abrahão teve seus trabalhos apreendidos pela ditadura de Getúlio Vargas, que nele viu um antagonista do regime. Guardada pela família de libaneses Elihimas, em Pernambuco, a película foi analisada pelo Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), um órgão de censura.

Morreu esfaqueado (quarenta e duas facadas[4] ), sem que o crime jamais viesse a ser esclarecido, tanto na autoria como na motivação, donde se especula ter sido mais uma das mortes arquitetadas pelo sistema,[3] como outras ocorridas em situação análoga, a exemplo de Horácio de Matos (embora exista a versão de que o fotógrafo sírio-libanês teria sido alvo de roubo, por algum ladrão, apesar de com este nada de valor haver[2] ).

Exclusividade

O próprio Lampião assegurou o testemunho, em um bilhete, de que todas as suas imagens eram produto do trabalho de Abrahão.[3]

Nota: foi mantida a grafia utilizada, considerando-se o que Lampião era semi-alfabetizado, tal como se acha transcrita.
Cquote1.svg Illmo Sr. Bejamim Abrahão
Saudações
Venho lhi afirmar que foi a primeira peçoa que conceguiu filmar eu com todos os meus peçoal cangaceiros, filmando assim todos us muvimento da noça vida nas catingas dus sertões nordestinos.
Outra peçoa não conciguiu nem conciguirá nem mesmo eu consintirei mais.
Sem mais do amigo
Capm Virgulino Ferreira da Silva
Vulgo Capm Lampião
Cquote2.svg

— Lampíão, a Benjamin Abrahão

 

Filmagens

Para a realização do filme Abrahão contou com verdadeiro trabalho de aproximação junto ao bando, que fugia da perseguição cada vez mais feroz do governo. O encontro veio finalmente a ocorrer em um lugar chamado Bom Nome, onde o cangaceiro, desconfiado, primeiro realizou ele mesmo a filmagem do ex-mascate (em trecho que se perdeu) e só então consentiu fosse filmado. Abrahão retorna a Fortaleza, onde este primeiro sucesso permite-lhe obter mais rolos de filmes, e voltar para registrar o cangaceiro e seu bando, sendo que o resultado dessa segunda incursão também se perdeu. Abrahão passou a ser considerado suspeito, pois além das filmagens, enviava matérias aos jornais, relatando suas aventuras – o seu conhecimento do paradeiro do bando era indício por demais forte de seu envolvimento com este.[2]

Abrahão, em foto batida pelo cangaceiro Juriti, aparece cumprimentando Lampião.

Abandono e resgate

Os trabalhos de Abrahão Botto permaneceram esquecidos até serem redescobertos nos anos 50, quando a Fundação Getúlio Vargas incorporou o acervo do DIP.[3]

Em notícia do Correio do Ceará, de 7 de abril de 1937, transcrevia a ordem emanada de Lourival Fontes, diretor do DIP, que por telegrama determinava a apreensão do filme Lampião, que se exibia em Fortaleza, com o seguinte teor:[4]

Secretário Segurança Publica Estado do Ceará Fortaleza. Tendo chegado ao conhecimento do Departamento Nacional de Propaganda, estar sendo annunciado ou exhibido na capital ou cidades desse Estado, um filme sobre Lampeão, de propriedade de “Aba Filme”, com sede á rua Major Facundo, solicito vos digneis providenciar no sentido de ser apprehendido immediatamente o referido filme, com todas suas copias, e respectivo negativo, e remettel-os a esta repartição, devendo ser evitado seja o mesmo negociado com terceiros e enviado para fora do paiz. Attenciosos cumprimentos. Lourival Fontes, director do Departamento Nacional de Propaganda do Ministério da Justiça.[4]

Em 1996 a atribulada vida do fotógrafo foi o tema do filme Baile Perfumado, dirigido por Paulo Caldas e Lírio Ferreira, sobre roteiro de ambos e Hilton Lacerda.[7]

No ano 2000 foi objeto de várias exposições, em Paris, São Paulo e Rio de Janeiro.[6]

 

Crítica histórica

A historiadora francesa Élise Jasmin (n. 1966), que realizou uma mostra em França das imagens do Cangaço por Abrahão Botto, fruto de seus trabalhos de pesquisa, declarou em entrevista que “Estas imagens dos bandidos no auge de sua glória e poder, ao lado das fotos com o jogo cênico de suas mortes, fazem parte desta espetacularização da violência que encontramos nas sociedades modernas (…)” – e aludindo que havia por trás do trabalho de Abrahão uma intenção por parte do cangaceiro em “…desafiar seus adversários, impor seu poder e mostrar que seu sistema de valores, a vida que levavam, tinha um sentido para eles.” – fato refutado por Urariano Mota, para quem “As lentes de Benjamin Abrahão, que os filmou, é que fazem o espetacular“.[8]

A constatação original da pesquisadora francesa, entretanto, persiste, sobre o uso da imagem feita por Lampião: “foi o primeiro cangaceiro a cuidar de sua imagem, e aí reside sua grande originalidade. Teatralizou sua vida, utilizou modos de comunicação da modernidade que não faziam parte de sua cultura original, principalmente a imprensa e a fotografia[9]

 

Galeria

 

 

ZECA ABDALLA – Diretor de fotografia

ZECA ABDALLA – Diretor de fotografia

José Augusto Abdalla Saad é formado em cinema pela ECA-USP, em 1982. Inicia sua carreira no cinema, ainda na Universidade, como assistente de som no documentário Um Musical, direção de Carlos Alberto Nascimbeni. Na sequência é auxiliar de câmera em Fuzarca no Paraíso (1981), de Regina Rheda, auxiliar de produção em Roma Amor (1981), de Joel Yamagi e assistente de direção em Paulo Emilio (1980), de Ricardo Dias. Em 1981 dirige seu primeiro filme, o curta Na Corda Bamba. Realiza exposição de fotografias na Escola de Comunicações e Artes da USP em 1981 e trabalha por muitos anos na Rádio e Televisão Cultura (RTC), como auxiliar de produção. É também fotógrafo free lance do jornal Movimento.

Filmografia: 1981- Na Corda Bamba (CM) (dir.); À Uma da Manhã (CM) (dir.); 1982- Homem-Gol (CM); 1983- Cora (CM); 1989- A Crise do Cinema Brasileiro (CM); 1997- Bocage, o Triunfo do Amor (cofot.. Djalma Limongi Batista); 1998- Curso Natural (CM); Guarapiranga Viva (CM); Rio Abaixo, Rio Acima (CM).

Trailer e Filmes:

 

NOTA: INFORMAÇÕES EXTRAÍDAS DO LIVRO  – (Dicionário de fotógrafos do cinema Brasileiro de Antônio Leão da Silva Neto – Coleção Aplausos Especial – Editora Imprensa Oficial) – COMPLEMENTADA PELO ADMINISTRADOR DO SITE. 

Carlos Ebert , ABC – Entrevista no Jô Soares (2010)

Ebert fala sobre a profissão de direção de Fotografia além de brincar com o público utilizando pegadinhas por meio da visão.

Ele participou de ‘O Bandido da Luz Vermelha’, de Sganzerla, dá palestras sobre cognição visual e fala sobre cinematografia digital.

Direção de Fotografia blog – Nota do Administrador do Blog – Di Scapino

Direção de Fotografia blog – Nota do Administrador do Blog – Di Scapino

Hoje completa exatos seis anos que venho me dedicando inteiramente à área do áudio visual com foco em como melhor compor uma imagem na tela.
Formado como cinegrafista pelo senac, no qual tirei meu DRT em 2009. Pude fazer nesses anos fazer diversos workshops e cursos, e confesso que alguns livros me ensinaram muito mais do que alguns cursos(rs). O melhor dos cursos foram as amizades que fiz…algumas bastante legais no qual cultivo até hoje.
Recentemente (2014) pude cursar a AIC, o curso de Direção de Fotografia, recomendo a todos que querem dar um passo a mais rumo a melhores produções cinematográficas.

Desde o início dessa jornada no qual deixei de lado a área de TI e a profissão de programador para me dedicar única e exclusivamente a esse universo mágico do áudio visual sempre achei que deveria ter um lugar para ir armazenando cada passo que eu fosse dando, cada informação que eu conquistasse, e a cada aprendizado.
Assim nasceu esse blog em 2008 no primeiro curso de câmera e luz que fiz pela DRC. Nessa época nem imaginaria que iria largar tudo para me tornar um cinegrafista e posteriormente um fotógrafo.

O blog era apenas para não perder os links e vídeos que o professor ia passando em aula.

Com o tempo fui percebendo que esse espaço não era só um deposito dos meus passos pelo conhecimento dentro da área. Como percebi que aos poucos se tornou um espaço de troca informações com outras pessoas da área e que também são apaixonadas pela profissão e pela imagem em movimento. Algumas dessas pessoas mais experientes outras nem tanto. E o que eu criei sem perceber foi um grupo de pessoas interessadas em trocar o máximo de informação sobre o assunto

Sempre fui muito critico comigo mesmo, isso desde criança. Carreguei um pouco disso para minha vida adulta. E a coisa mais difícil pra mim é a exposição, apesar de ser um comunicador, tenho muita dificuldade de tecer uma opinião sobre algum assunto.
Isso me minou um pouco, fez com que eu freasse muitas vezes no processo criativo e com isso muitos projetos morreram, projetos bons inclusive.
Alguns chegaram até a dar algum resultado mas por eu não acreditar no que estava dizendo, simplesmente os enterrei. E aos poucos me tornei realizador do sonho de terceiros.

Foi afim de me libertar dessas amarras que pedi demissão dos estúdio da Abril Comunicações em agosto do ano passado, e decidi abrir minha própria produtora. Construir minha história…contar a minha própria história.

Comecei a produtora inicialmente sozinho no qual chamei de Scapino Filmes, e agora com dois sócios (Rica e Rô) no qual achamos melhor criar uma nova identidade visual e uma nova cara…assim nasceu a Kalma Filmes.

Mesmo o Rica e o Rô já trabalhando comigo desde a época da informática (10 anos), foi na Kalma que resolvemos dar a nossa cara a tapa, realizar nossos próprios vídeos e nos lançar…

Você deve estar se perguntando por que eu estou escrevendo essa Nota e relatando tudo isso pra você.

Resolvi escrever essa nota pois até hoje sempre postei informações no blog em terceira pessoa… Vídeos e notícias de terceiros.
A maioria fruto dos meus estudos, ou pesquisas na rede. Nunca coloquei a minha uma opinião nele, nunca escrevi algo com a minha forma de falar, o meu jeito…isso devido a esse receio de me expor ou tecer opinião…

Em reunião com meus sócios expus a vontade que eu tinha de deixar o blog mais profissional, postar conteúdo com mais frequência e criar um canal de comunicação com os leitores, fazer posts e vídeos sobre o universo do áudio visual focado em direção de fotografia. Entrevistar fotógrafos, cobrir eventos…enfim somar ainda mais para as pessoas que acessam o blog.

Eles curtiram, e ainda deram a ideia de falarmos também sobre os bastidores dos nossos trampos, como a gente está se virando para fazer nossos vídeos. A ideia é não só trocarmos informações, mas ajudar outras pessoas a conseguirem tocar seus próprios projetos, criar seus próprios vídeos.

E nessa com essa energia renovada soltaremos bastante conteúdo aqui e nas redes sociais do blog, para mostrar que só precisa ter boa vontade pra fazer as coisas acontecerem.
O mais legal de tudo isso é que vamos poder adquirir mais conhecimento e levar mais informações pra você que acessa o blog.

Para mim será um grande desafio me expor, tecer opinião, por pra fora o que eu penso…mas acredito que será uma experiência bem legal, de troca, de aprendizado…

Então vamos juntos, vamos crescer juntos…

Se você têm alguma sugestão, se têm algo que gostaria que abordássemos aqui…deixa seu comentário, deixe sua opinião sobre o blog.

E vamos que vamos…aprender sempre, podendo assim…juntos….aprimorar nosso conhecimento e fazer avançar as produções áudio visual no Brasil.

Conte comigo. Grande Abraço!!!

Di Scapino

 

Entrevista com Walter Carvalho – Metrópolis

O talento de Walter Carvalho seduz o espectador pelo aspecto básico da arte cinematográfica: a beleza da imagem em movimento ele deu uma entrevista para Cunha Júnior no estúdio do Metrópolis

Lula carvalho no RCB – Entrevista

Lula carvalho, filho de Walter Carvalho, concedeu a nós a chance de entender um pouco melhor a relação de pai e filho em um set de filmagem. As facilidades, as dificuldades enfrentada quando temos como chefe nossos pais. Na Revista do Cinema Brasileiro ele explica com detalhes toda esta relação.

Como organizar sua produção audiovisual – WORKFLOW | AUDIOVIZUANDO

Quase tudo sobre o extraordinário mundo dos seres audiovisuais. Câmeras, acessórios, softwares, gadgets, nerdices, dicas, curiosidades e humor volátil.

Neste programa você confere como a organização do Audiovizuando acontece: dos roteiros à divisão de tarefas, da edição ao upload!

São ferramentas valiosas para aumentar a sua organização e, consequentemente, sua produtividade!

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